EGO - O Maior inimigo do Homem

O que é Ego:

Ego, a partir da interpretação filosófica, significa o “eu de cada um”, ou seja, o que caracteriza a personalidade de cada indivíduo.
O conceito de ego é bastante utilizado em estudos relacionados a psicanálise e filosofia. De acordo com a teoria psicanalítica, o ego faz parte da tríade do modelo psíquico, formado pelo ego, superego e Id.
O ego é considerado o “defensor da personalidade”, pois é responsável por impedir que os conteúdos inconscientes passem para o campo da consciência, acionando assim os seus mecanismos de defesa.
Uma das principais funções do ego é harmonizar os desejos do Id com a realidade do superego. Assim, o ego suprime as vontades inconscientes do ID com “medo” dos castigos que lhe serem direcionados.
O ego é responsável pela diferenciação que o indivíduo é capaz de realizar, entre seus próprios processos interiores e a realidade que se lhe apresenta.

Diferença entre Ego, Superego e Id

Todos fazer parte da chamada tríade do modelo psíquico. 
Ego, como dito, serve como um mecanismo de "defesa" e se desenvolve a partir da interação do ser humano com a realidade. Ele adequa os institos primitivos da pessoa (Id) de acordo com o ambiente onde esta vive. Ao mesmo tempo, busca satisfazer as necessidades do Id sem extrapolar os seus valores morais (Superego).
Id é o instinto nato do indivíduo, ou seja, os desejos, vontades e pulsões primitivas das pessoas, e que são filtrados pelo Ego e Superego.
Superego é um "conselheiro" para o Ego. Se desenvolve a partir da interação do invidíduo com a realidade e representa os valores morais e culturais que são assimilados pela pessoa.

Ego e a Teoria de Freud

O ego é fundamentado na teoria clássica de Sigmund Freud, que é um conjunto de hipóteses sobre o funcionamento do cérebro das pessoas.
Para Freud, o ego baseia-se que todo evento psíquico é determinado por eventos anteriores, ou seja, não há acasos. O ego também se baseia na existência do inconsciente, que se manifesta de diferentes modos na vida mental.
Saiba mais sobre a Psicanálise.

Alter ego

O alter ego é literalmente traduzido como um “segundo eu” ou “outro eu”. Consiste na existência de uma segunda personalidade presente em um único indivíduo.
Na literatura, por exemplo, o alter ego é quando determinado autor produz uma história sob o ponto de vista de uma outra pessoa, assumindo para si uma personalidade diferente da sua para construir aquela obra.
Já no ramo da psicanálise, o alter ego pode ser considerado um sintoma patológico, como o Transtorno Dissociativo de Identidade.






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Qual foi o pecado de Eva?

Vamos começar lendo Gênesis 3:6:  “Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu. Gênesis 3:6. Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu”.
Quando foi que Eva pecou? Quando tomou o fruto, ou antes de tomá-lo? Pense a respeito da seqüência dos fatos em Gênesis 2 e 3. Deus disse a Adão e Eva que evitassem a árvore do conhecimento do bem e do mal (Gênesis 2:17), mas o maligno sugeriu a Eva que não se podia confiar em Deus (Gênesis 3:1-5). Em resultado, Gênesis 3:6 relata que Eva tomou o fruto e comeu.
Ela tomou. Mas observe que algo aconteceu na mente e no coração de Eva antes dela tomar o fruto. Quando tomou o fruto, já havia pecado. Em outras palavras, ela dissera a Deus que Se afastasse, que ela sabia melhor do que Ele o que era bom para si mesma. Eva rejeitou a palavra e a vontade do Senhor Deus, substituindo-as pela própria sabedoria e vontade. Antes de alcançar o fruto, ela já colocara a sua vontade acima da vontade de Deus. Colocara o eu no trono da sua vida, no centro do seu universo, destronando desse modo o próprio Deus. Na realidade, concentrara seu amor em si mesma, em vez de concentrá-lo em Deus. Essa é a essência do pecado.
Eva cometeu pecado no momento em que amou a si mesma e ao desejo próprio mais do que a Deus e a Sua vontade. Ela cometeu pecado em seu coração. E o pecado do coração a levou a tomar o fruto e comer. Pecados íntimos do coração conduzem a pecados por meio de atos.

Essa é a perspectiva que Jesus desenvolve no Sermão do Monte. Pecado é muito mais do que os olhos podem ver. Pecado envolve muito mais do que atos. Só porque evito cometer o ato, não quer dizer que sou reto diante de Deus.


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